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Pará lidera ranking de reclamações do consumidor em portal do governo federal; saiba como utilizar

Na plataforma, o consumidor pode relatar problemas nas compras presenciais e também na internet.

 

O Pará lidera o ranking de reclamações da região Norte, com 41.162 mil denúncias no portal consumidor.gov, do governo federal. Na plataforma lançada em 2014, o consumidor pode relatar problemas nas compras presenciais e também na internet.

São 970 empresas cadastradas no Brasil, com monitoramento da Secretaria Nacional do Consumidor, Defensoria Pública, Ministério Público e a Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).

Em 2019, os principais problemas relatados no Pará foram as cobranças incorretas nos cartões de débito, crédito e de lojas, além da inscrição indevida do nome de consumidores nos cadastros de devedores, de acordo com o Procon.

A fonoaudióloga Nathália Marreiros teve prejuízo em agosto de 2020 de quase R$4 mil em uma transação bancária que ela não fez. Ela utiliza o portal consumidor.gov para relatar situações e reclamações.

"Verifiquei que existia mais de cinco transferências na minha conta bancária e na mesma hora entrei em contato com o banco, liguei, e cancelei aquele cartão. Comecei um processo (..) procurei todos os gerentes, procurei até de fora daqui. E nada. Eles não me ressarciram. Então, após procurar uma advogada do consumidor, mostrei que eu tinha direito de ter esse valor de novo sendo meu. Mas foram mais de dez dias, só após três meses consegui esse valor de volta", conta.

O coordenador de fiscalização do Procon/PA, Renan Lobato, explica que o consumidor.gov é uma ferramenta a mais para o consumidor poder abrir reclamação junto às empresas e em relações de consumo que ele possa ter tido algum problema.

"É muito fácil abrir uma reclamação, o consumidor só precisa se cadastrar no site, apresentar documento de identidade, CPF, endereço, e fazer uma reclamação contra a empresa, que no primeiro momento precisa estar cadastrada. Qualquer consumidor pode reclamar. A diferença em si é a comodidade".

Dicas

Com a oferta de muitas promoções, especialistas alertam sobre os cuidados para que o consumidor comprove o que está adquirindo, por exemplo:

  1. verificar a procedência de onde está fazendo a compra,
  2. checar se o local emite nota fiscal,
  3. confirmar se há serviço de atendimento ao consumidor.

Além de procurar o Procon, o consumidor pode ter acesso à plataforma do governo federal para relatar um prejuízo. O tempo médio de resposta ao consumidor é de dez dias e de acordo com o Procon, 80% das reclamações no site são solucionadas.

 

 

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