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Pandemia faz pedidos de refúgio na União Europeia caírem 31% em 2020, mas número de brasileiros subiu 5%

Com a pandemia e as restrições à mobilidade, pessoas de países onde há grandes populações de deslocados, como Síria e Afeganistão fizeram menos pedidos de refúgio à Europa,

 
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Os pedidos de refúgio na União Europeia caíram 31% em 2020, na comparação com o ano anterior de acordo com dados da Agência Europeia de Apoio ao Asilo (EASO, na sigla em inglês) divulgados nesta quinta-feira (18).

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Apesar da queda generalizada, houve altas pontuais de cidadãos de alguns países, e entre eles está o Brasil. O número de pedidos de refúgio na Europa por parte de brasileiros aumentou 5% de 2019 para 2020.

Outro local de origem com alta de pedidos na América Latina foi Cuba, com um aumento de 8%.

Menos pedidos durante a pandemia

A queda do número acontece, em parte, por causa das restrições adotadas pela pandemia do coronavírus.

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O nível de pedidos de refúgio registrado na União Europeia foi o mais baixo desde 2013. No total, no ano passado, houve 461 mil, contra 671 mil em 2019.

De acordo com a EASO, em torno de 4% das demandas em 2020 corresponderam a menores desacompanhados.

Em uma nota, a entidade destacou que a queda é reflexo do "impacto das medidas emergenciais tomadas devido à pandemia da Covid-19", começando pela restrição de movimentos.

Entre os países de origem dos pedidos de asilo em 2020, a EASO não registrou mudanças em relação a 2019. Cidadãos sírios são os mais numerosos (embora com uma redução de 9% de um ano para o outro) e, atrás, estão os afegãos (16% a menos do que em 2019).

Em terceiro lugar, estão os cidadãos venezuelanos, cujas solicitações caíram 32% no ano passado, situando-se em 30.643, seguidos dos colombianos, com quase 30 mil inscrições, 9% a menos do que em 2019.

Segundo a EASO, a queda acentuada do número de pedidos de asilo permitiu aos países reduzir o número de casos acumulados à espera de decisão, embora o percentual de aceitação tenha se mantido estável de um ano para o outro, com 32% de respostas positivas.

Enquanto 84% dos pedidos sírios, ou 80% dos eritreus, receberam uma resposta positiva, apenas 2% dos pedidos colombianos e 3% dos venezuelanos foram aceitos, segundo a entidade.

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