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MS: na volta às aulas, professores do Sesi realizam exames para detectar Covid-19

Última testagem avaliou 610 profissionais nas sete unidades educacionais

 

O ano letivo nas escolas do Sesi, no Mato Grosso do Sul, começou no último dia 2 de fevereiro, na modalidade híbrida, com escalonamento dos alunos entre aulas presenciais e remotas. Para garantir a segurança dos estudantes e dos profissionais da educação, em tempos de pandemia, professores e funcionários das unidades realizam, quinzenalmente, testes rápidos para detectar o contágio pelo novo coronavírus. No último dia 29 de janeiro, foram testados 110 docentes, colaboradores e prestadores de serviços das escolas de Campo Grande, Aparecida do Taboado e Naviraí. No dia 1º de fevereiro, foi a vez dos 500 funcionários das escolas de Corumbá, Dourados, Maracaju e Três Lagoas.

Arte - Brasil 61

O enfermeiro Ewerton Souza, da equipe do sistema de Gestão em Segurança e Saúde do Trabalho do Sesi, destaca a importância da testagem desses profissionais.

“A importância desses testes, além da monitoração da saúde dos trabalhadores, é manter um ambiente seguro para o retorno das aulas, garantindo a segurança de todos os nossos professores e, principalmente, de nossos alunos. A gente não sabe até quando esse cenário vai persistir, mas enquanto dure, todo o Sesi está preparado para manter um ambiente seguro para os nossos alunos”, comenta.

Além da aplicação dos testes nos funcionários da educação, a Rede de Ensino do Sesi no Mato Grosso do Sul desenvolveu protocolos de biossegurança, que estabelecem uma série de ajustes estruturais nas escolas e adaptações de conduta de todos os envolvidos. Alunos, pais e colaboradores receberam cartilhas com essas orientações, que devem ser seguidas dentro e fora da escola; dentre elas o uso de máscara, a higienização das mãos e o distanciamento.

Os planos de contenção de riscos para Covid-19 em cada unidade escolar do Sesi-MS estão disponíveis no link.

Tipo de teste

O exame realizado nos profissionais é o teste rápido, que utiliza apenas algumas gostas de sangue para detectar se o indivíduo está com a Covid-19 ou se já teve contato com o coronavírus em algum momento. O doutor Hemerson Luz, infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, explica como funciona esse tipo de exame.

“No caso de teste rápido para Covid-19, a pesquisa é feita em busca de dois anticorpos específicos, que são produzidos pelo organismo, quando ele entra em contato com o novo coronavírus – que são conhecidos como IgM e IgG. Em geral, leva-se oito dias para iniciar a produção dos anticorpos, após o contato com o novo coronavírus”, explica.

Segundo o Sesi, o resultado é encaminhado para o próprio colaborador e para a diretoria de cada escola. Em caso positivo para Covid-19, o profissional é afastado do convívio escolar durante o período de quarentena.

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O coordenador pedagógico da Escola do Sesi de Campo Grande, Marcel Giordano Jeffery, foi um dos funcionários testados, antes mesmo das aulas retornarem. Ele comenta como se sente com as medidas de segurança. 

“A gente está fazendo tudo isso antes de começar as aulas. Começar 2021 com essa total segurança. Esse teste afirma o quanto o Sesi se preocupa com seus funcionários e também com o público externo”, comenta.

Uma nova aplicação dos testes está prevista para próxima semana. A estimativa do Sesi-MS é continuar a testagem dos funcionários das unidades educacionais, a cada 15 dias, enquanto a vacina contra a Covid-19 não estiver disponível para toda a população.

 

 

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