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Príncipe Andrew, acusado de abuso sexual, contesta jurisdição da corte de Nova York

O príncipe Andrew é acusado de agressões sexuais contra uma cidadã americana, quando ela era menor de idade, em três ocasiões. Os abusos teriam ocorrido com o auxílio do financista Jeffrey Epstein.

 
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O príncipe Andrew, do Reino Unido, que enfrenta uma acusação de abuso sexual na Justiça dos Estados Unidos, contestará a competência da corte de Nova York para julgar o caso.

Andrew é acusado de ter abusado de uma mulher quando ela era menor de idade. Isso teria ocorrido com a ajuda do financista Jeffrey Epstein.

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A estratégia de contestar as diligencias de notificação da denúncia consta em um documento de segunda-feira (13) e consultado pela agência de notícias AFP.

Com base nos autos do processo, a notificação foi entregue oficialmente em 27 de agosto no domicílio real de Windsor, mas na ausência do príncipe Andrew.

O príncipe Andrew é o segundo filho da rainha Elizabeth II do Reino Unido. O caso abalou a imagem da família real britânica.

Acusação de abusos sexuais

Virginia Giuffre, que diz ter sido traficada pelo criminoso sexual Jeffrey Epstein, durante entrevista coletiva do lado de fora de um tribunal de Manhattan, em Nova York, em 27 de agosto de 2019. Giuffre processou o príncipe Andrew em 9 de agosto de 2021 acusando-o de abuso sexualmente quando ela tinha 17 anos. — Foto: Bebeto Matthews/AP

A cidadã americana Virginia Giuffre acusa publicamente o duque de York de agressões sexuais, que teriam sido cometidas há mais de 20 anos, quando ela ainda era menor de idade. A denúncia foi apresentada no dia 9 de agosto em um tribunal federal de Manhattan.

Na segunda-feira houve a primeira audiência judicial. O príncipe britânico esteve representado pelo advogado californiano Andrew Brettler.

Segundo a denúncia de Giuffre, o duque de York é "um dos homens mais poderosos" aos quais ela foi entregue "com finalidade sexual", quando foi vítima entre 2000 e 2002, e a partir dos 16 anos de idade, da ampla rede sexual montada por Epstein. O financista, por sua vez, chegou a ser detido e indiciado pelo caso, mas acabou cometendo suicídio em um presídio de Manhattan em 2019.

O príncipe Andrew é apontado na denúncia como autor de "agressões sexuais" contra Giuffre, quando ela era menor de idade, em três ocasiões: em Londres, na casa da amiga de Epstein Ghislaine Maxwell, e nas propriedades do financista em Nova York e nas Ilhas Virgens Americanas, no Caribe.

Andrew, que tem 61 anos, já havia desmentido "categoricamente" as acusações em uma entrevista à emissora britânica BBC, em novembro de 2019, na qual não manifestou arrependimento por sua amizade com Epstein nem empatia com as vítimas.

Além disso, o príncipe chegou a questionar a autenticidade de uma foto em que aparece ao lado de Virginia Giuffre e mostra, em segundo plano, Ghislaine Maxwell, que está presa e tem o início de seu julgamento previsto para 29 de novembro em Nova York.

Apesar dos desmentidos de Andrew, sua amizade com Epstein o colocou no olho de um furacão, o que o obrigou a se retirar da vida pública.

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