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Suspeito de relação com assassinato de presidente, premiê do Haiti substitui ministro da Justiça

Indícios ligam primeiro-ministro a ex-funcionário de ministério que investigadores dizem ser um dos principais suspeitos por trás da morte do presidente Jovenel Moise.

 

O governo do Haiti sofreu um novo abalo nesta quarta-feira (15), quando o primeiro-ministro, Ariel Henry, substituiu o ministro da Justiça e uma autoridade de alto escalão renunciou dizendo que não pode servir um premiê sob suspeita pelo assassinato do presidente Jovenel Moise.

Em meio a uma grave crise política, Henry trocou Rockfeller Vincent pelo ministro do Interior, Liszt Quitel, que se encarregará das duas pastas, de acordo com um comunicado publicado no Diário Oficial do Haiti.

A renúncia de Renald Luberice, que atuou durante mais de quatro anos como secretário-geral do Conselho de Ministros do país, veio depois que novos indícios emergiram ligando Henry ao ex-funcionário do Ministério da Justiça que investigadores dizem ser um dos principais suspeitos por trás da morte de Moise.

Procuradores dizem que registros telefônicos mostram que os dois conversaram duas vezes perto das 4h do dia 7 de julho, pouco antes de Moise, de 53 anos, ser mortos a tiros por assassinos fortemente armados que invadiram sua residência particular.

Henry nega qualquer envolvimento no assassinato, mas não abordou diretamente os telefonemas, e na terça-feira substituiu o procurador-chefe que pretendia acusá-lo como suspeito e impedi-lo de deixar o país.

Na semana passada, o premiê rejeitou pedidos de entrevista sobre o assassinato de Moise, alegando que seriam uma distração política para o impedir de trabalhar pelo país, onde disputas de poder prejudicam o desenvolvimento há décadas.

Bombeiros que estavam em missão humanitária no Haiti desembarcaram hoje em Belo Horizonte

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