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Ataque com arco e flecha na Noruega deixa 5 mortos e 2 feridos; polícia não descarta terrorismo

Um dinamarquês suspeito de ter cometido o crime está preso, segundo a polícia. A motivação dos assassinatos não está esclarecida.

 

Um ataque com arco e flecha deixou 5 mortos e 2 feridos na cidade de Kongsberg, a 67 km de Oslo, capital da Noruega, nesta quarta-feira (13). Um dinamarquês considerado suspeito de ter cometido o crime está preso, informou a polícia, que investiga o caso como possível ato de terrorismo.

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Os investigadores dizem que o homem agiu sozinho. Ainda segundo a polícia, houve confronto entre o criminoso e agentes de segurança. Os policiais ainda investigam se o autor do crime usou outras armas além do arco e flecha.

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Policiais vasculham área isolada em Kongsberg, Noruega, após ataque nesta quarta (13) por um assassino que usou arco e flecha — Foto: Hakon Mosvold/NTB via Reuters

Policiais vasculham centro de Kongsberg, na Noruega, após ataque de assassino com arco e flecha nesta quarta (13) — Foto: Hakon Mosvold/NTB/via Reuters

Como foi o ataque

De acordo com fontes policiais, o assassino foi visto andando pela cidade e disparando flechas contra as pessoas, aparentemente de maneira aleatória. Uma testemunha relatou ao jornal norueguês "Aftenposten" que alguns dos disparos foram feitos em um supermercado.

Outro jornal, o "Laagendalsposten", relata que uma testemunha viu o criminoso fugir da polícia e que viu também uma mulher ferida em um cruzamento pedido ajuda.

As buscas foram encerradas às 17h (de Brasília, 22h na Noruega). Toda uma área no centro de Kongsberg e os arredores de uma antiga prisão foram isolados.

MAPA - Ataque na Noruega — Foto: g1

Polícia ficará armada

Por causa do crime, a polícia norueguesa avisou que andará armada temporariamente — diferentemente de outros países, é praxe na Noruega que forças de patrulha nas ruas andem desarmadas devido ao alto grau de segurança pública.

A primeira-ministra em exercício, Erna Solberg, chamou o ataque de "horrível", enquanto o premiê eleito, Jonas Gahr Stoere — ele deve tomar posse ainda nesta semana — disse que o assassinato foi um ato "cruel e brutal".

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