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Preso homem que se passava por policial civil e cobrava dinheiro de empresários de Iporá

 

A Polícia Civil, por meio do Grupo de Repressão a Narcóticos (Genarc) e da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), ambas de Iporá, prendeu em flagrante hoje (13) um suspeito de se passar por policial civil para solicitar/cobrar ilicitamente valores em dinheiro de empresários da região.

De acordo com o apurado, o autuado é motorista de aplicativo na cidade de Goiânia e uma editora, que publica a revista da União Goiana dos Policiais Civil – UGOPOCI, o contratou para percorrer o interior do Estado de Goiás para solicitar e receber valores de comerciantes e fazendeiros, entre R$ 50 e R$ 300, a título de “contribuição” para a publicação da revista e para a Polícia Civil.

Segundo os elementos de informação colhidos, para receber os pagamentos, a equipe da editora realizava diversas ligações aos estabelecimentos e oferecia benefícios aos proprietários, entre eles a proteção contra roubos e fraudes, acesso privilegiado a policiais civis, adesivos para serem colocados no estabelecimento e no veículo para não serem parados em blitz, entre outros privilégios indevidos e inexistentes.

A investigação demonstrou ainda que os “cobradores” enganavam as vítimas alegando que atuavam em nome da Polícia Civil. De acordo com o autuado, essa mesma conduta também ocorreu nas cidades que compõem as Delegacias Regionais de Iporá, Uruaçu, Itumbiara, Rio Verde, Jataí, Mineiros, Caldas Novas. Os valores eram imediatamente depositados em nome da editora da revista.

Após a captura, condução e formalização do auto de prisão em flagrante pelos crimes de estelionato, falsa identidade e tráfico de influência, o investigado foi recolhido na Unidade Prisional de Iporá e se encontra à disposição do Poder Judiciário. As investigações policiais seguem para aprofundar as responsabilidades criminais de outros envolvidos. A Polícia Civil solicita que outros empresários e fazendeiros que tenham sido coagidos nos últimos anos a fazer “pagamentos” em troca de “segurança e privilégios” indevidos compareçam à Delegacia de Iporá para prestarem esclarecimentos.

 

 

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