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Voo chega ao Pará sem remessa de imunizantes contra a Covid-19 para crianças

Doses deveriam chegar na madrugada desta sexta-feira, 14, em Belém. O Ministério da Saúde informou que todas os imunizantes pediátricas vão chegar em todos os estados ainda nesta sexta.

 

O voo que deveria trazer a 1ª remessa de vacinas contra a Covid-19 para crianças entre 5 e 11 anos de idade no Pará chegou sem as doses na madrugada desta sexta-feira (14), em Belém. O Ministério da Saúde informou que todas os imunizantes pediátricas da Pfizer vão chegar em todos os estados ainda nesta sexta.

(CORREÇÃO: ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que as doses já haviam chegado ao estado. O Governo do Pará confirmou que o estado havia recebido as doses, mas depois disse que a aeronave chegou mas sem as doses de vacina. A informação foi corrigida às 9h20.)

De acordo com o Governo do Estado, 1.021.778 crianças de 5 a 11 anos estão aptas à vacinação contra a Covid-19 no Pará. A recomendação principal é que a criança seja levada aos postos de vacinação pelos pais ou responsáveis. Em outros casos, é necessário apresentar autorização por escrito.

O esquema vacinal pediátrico inclui duas doses do imunizante, com intervalo mínimo de 8 semanas entre as aplicações. Crianças que completarem 12 anos de idade no intervalo entre as doses podem receber a 2ª dose normalmente.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) explica que o imunizante tem dosagem e composição diferentes das que são utilizadas na vacinação de pessoas maiores de 12 anos. As doses que serão aplicada em crianças tem 0,2 ml cada uma, o que equivale a 10 microgramas. A tampa do frasco da vacina pediátrica tem a cor laranja para facilitar a identificação por profissionais e responsáveis.

As vacinas recebidas serão distribuídas para os Centros Regionais de Saúde e disponibilizadas aos municípios de acordo com o quantitativo populacional de crianças em cada local. O calendário de vacinação infantil fica sob responsabilidade dos gestores municipais, reforça a Sespa.

A Sespa recomenda às secretarias municipais de saúde que a vacinação de crianças seja feita em um ambiente específico, acolhedor e seguro, que seja separado da vacinação de adultos.

As Unidades Básicas de Saúde também devem evitar que a vacina contra a Covid-19 seja administrada em paralelo a outras vacinas do calendário infantil. As demais vacinas podem ser administradas em um intervalo de 15 dias após a aplicação da dose contra Covid-19. Também não é recomendável, ainda, que a vacinação infantil seja em postos na modalidade drive thru.

Os imunizantes pediátricos fazem parte do plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“A vacinação de crianças é uma medida essencial, sobretudo nessa época em que elas estão retornando às aulas. As aplicações contribuirão para minimizar o agravamento da doença e para a redução da circulação do vírus”, disse Ariel Sampaio, secretário de Estado de Saúde Pública em exercício.

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